quinta-feira, 19 de maio de 2016

MÉDICO DE FAMÍLIA E COMUNIDADE


                                 

                                                       Atribuições do médico

Preferencialmente, o médico da equipe preconizada pelo PSF deve ser um generalista; portanto, deve atender a todos os componentes das famílias, independentemente de sexo e idade. Esse profissional deverá comprometer-se com a pessoa, inserida em seu contexto biopsicossocial, e não com um conjunto de conhecimentos específicos ou grupos de doenças. Sua atuação não deve estar restrita a problemas de saúde rigorosamente definidos. Seu compromisso envolve ações que serão realizadas enquanto os indivíduos ainda estão saudáveis. Ressalte-se que o profissional deve procurar compreender a doença em seu contexto pessoal, familiar e social. A convivência contínua lhe propicia esse conhecimento e o aprofundamento do vínculo de responsabilidade para a resolução dos problemas e manutenção da saúde dos indivíduos.

Suas atribuições básicas são:
- prestar assistência integral aos indivíduos sob sua responsabilidade
- valorizar a relação médico-paciente e médico
- família como parte de um processo terapêutico e de confiança
- oportunizar os contatos com indivíduos sadios ou doentes, visando abordar os aspectos preventivos e de educação sanitária
- empenhar-se em manter seus clientes saudáveis, quer venham às consultas ou não
- executar ações básicas de vigilância epidemiológica e 16 sanitária em sua área de abrangência
- executar as ações de assistência nas áreas de atenção à criança, ao adolescente, à mulher, ao trabalhador, ao adulto e ao idoso, realizando também atendimentos de primeiros cuidados nas urgências e pequenas cirurgias ambulatoriais, entre outros
- promover a qualidade de vida e contribuir para que o meio ambiente seja mais saudável
- discutir de forma permanente
- junto à equipe de trabalho e comunidade
- o conceito de cidadania, enfatizando os direitos à saúde e as bases legais que os legitimam
- participar do processo de programação e planejamento das ações e da organização do processo de trabalho das unidades de Saúde da Família


http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd09_16.pdf





terça-feira, 17 de maio de 2016

AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA












Buscando entender a importância do Agente Comunitário de Saúde (ACS) na Estratégia de Saúde da Família (ESF), lembramos que na década de 70 a Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou a Atenção Primária em Saúde (APS) como a principal estratégia para o alcance da promoção e assistência à saúde para todos os indivíduos.

No Brasil, o primeiro passo em direção à estruturação da Atenção Primária, aconteceu na década de 80 e o Programa da Saúde da Família (PSF) foi apresentado como proposta de reorientação do modelo assistencial desenvolvido a partir da Atenção Básica. O início foi em 1991, com a implantação do Programa de Agentes Comunitários (PACS).

A Saúde da Família formulada inicialmente como um programa passa a figurar no quadro do Ministério da Saúde como estratégia estruturante dos sistemas municipais de saúde.

A estratégia de saúde da família utiliza instrumentos de intervenção, que competem ao Agente Comunitário de Saúde (ACS) e só ele pode aplicar esses instrumentos, sendo o principal, a Visita Domiciliar, que é realizada só pelo ACS ou acompanhada por médico, enfermeiro ou técnico de enfermagem, garantindo a vigilância da saúde. É o ACS que indica quando é possível realizar as visitas nos casos de comunidades de risco ou alto-risco, por ser um morador do território.

Além da visita domiciliar mantendo-o em permanente contato com as famílias, vigiando a saúde, o ACS entre outras, desenvolve ações educativas dentro e fora da Unidade, orienta as famílias quanto ao uso dos sistemas de saúde, acompanha e trabalha no PSE (Programa Saúde nas Escolas), cadastra e atualiza o sistema, recepciona e acolhe o usuário, acompanha o Agente de Combate às Endemias nas residências indicando locais com água parada, acompanha a Equipe de Saúde Bucal às residências dos usuários acamados, trabalha nas Campanhas de Vacinação na Unidade e em Postos Volantes, participa e trabalha nos Grupos de troca de receita e Bem-Vindo/Acolhimento, etc.

Essas atividades estão regulamentadas na Lei 11.350, de 5 de outubro de 2006. (www.planalto.gov.br/ccivil_03_ATO2004-2006/2006/Lei/L11350.htm)

Fonte consultada: Apostila  INTRODUTÓRIO - Saúde da Família da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil


quinta-feira, 12 de maio de 2016

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NAS CASAS DOS USUÁRIOS EM MARECHAL HERMES LEVANDO CUIDADO E SAÚDE







Enfermeiro Matheus acompanha idosos, acamados,  hipertensos e diabéticos em seus lares.
Compromisso, cuidado e competência no trato com os usuários.

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